sábado, 18 de outubro de 2014

Linha 425D - Viação Mauá

VIAÇÃO MAUÁ
DETRO: RJ 185.000
Sindicato: SETRERJ
LINHA: 425D Campo Grande - Alcântara (Via Bangu/ Vila Militar/ Dr. March)

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

sábado, 11 de outubro de 2014

Mercedes-Benz anuncia parada total em dezembro

Fonte: Blog Ponto de Ônibus

ônibus
Ônibus na planta da Mercedes-Benz, em São Bernardo do Campo. Montadora anunciou que para tentar contornar a crise que afeta o setor de veículos pesados, vai parar a produção em todo o mês de dezembro. Foto: Adamo Bazani.
Mercedes-Benz vai paralisar em dezembro toda produção de ônibus e caminhões
Objetivo é contornar a crise que afeta o setor automotivo, em especial o de veículos comerciais pesados, diante da desaceleração da economia brasileira.
ADAMO BAZANI – CBN
A Mercedes-Benz decidiu paralisar a produção de todos os modelos de ônibus e caminhões da marca durante o mês de dezembro. Normalmente, as montadoras param as atividades apenas nos últimos dias do mês.
A medida vale para a planta que fabrica caminhões e ônibus em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, e para a planta de Juiz de Fora, em Minas Gerais, que produz dois modelos de caminhão.
O mau desempenho da economia brasileira, com PIB – Produto Interno Bruto podendo ter irrisório crescimento de 0,3% em 2014, e problemas relacionados ao setor de veículos pesados, como desaceleração das obras públicas e problemas em licitações de transportes coletivos, fizeram com que a Mercedes-Benz ajustasse seu nível de produção aos estoques e à demanda. A montadora prevê uma redução de 26% na produção de 2014 em comparação com 2013.
De acordo com balanço da Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores divulgado nesta semana, a produção de ônibus de todas as marcas teve queda de 12,2% e a de caminhões registrou baixa de 23,6% entre janeiro e setembro deste ano na comparação com o mesmo período de 2013.
Em relação à Mercedes-Benz, ainda segundo a Anfavea, nos nove meses deste ano, o licenciamento de caminhões teve queda de 8,2% e o de ônibus amargou baixa de 16,8%.
MANUTENÇÃO DE EMPREGO:
Neste primeiro momento, a Mercedes-Benz não cogita realizar demissões, mas nem todos os funcionários estão trabalhando.
Na planta de São Bernardo do Campo, há um excedente de 1,7 mil trabalhadores. Deste total, 1,2 mil estão afastados por meio do instrumento chamado lay-off, que é a suspensão do contrato de trabalho sem desligamento da empresa, e 500 funcionários estão em férias coletivas.
Já em Juiz de Fora, os metalúrgicos estão em greve. De acordo com o sindicato da categoria, 450 empregos estão ameaçados em Minas Gerais.
READEQUAÇÃO DA PRODUÇÃO:
A Mercedes-Benz anunciou investimentos de R$ 730 milhões para readequar as linhas de produção tanto em São Bernardo do Campo como em Juiz de Fora.
A planta de São Bernardo do Campo vai continuar fazendo todos os ônibus da marca e a maior parte dos caminhões. Em Juiz de Fora, apenas devem ser feitas as cabines e a pintura de dois modelos que passarão a ter montagem final na sede do ABC Paulista.
METALÚRGICOS SEM AUMENTO:
Este investimento foi uma contrapartida de um novo acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. A readequação das linhas pode manter o nível de emprego. Neste ano, os metalúrgicos da região que trabalham na Mercedes-Benz não vão ter aumento. O novo acordo vale até 2017. Entre 2015 e 2017, os reajustes salariais não serão acima da inflação. Os salários vão ser corrigidos pelo INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor. Além disso, a fórmula de cálculo da PLR – Participação dos Lucros e Resultados foi modificada e os funcionários que forem contratados a partir de 2015 vão ganhar 10% a menos que empregados mais antigos mesmo com cargos iguais.
O acordo salarial em Juiz de Fora não foi alterado e vale até 2016.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

São José dos Pinhais aprova fim da dupla função nos ônibus

Fonte: Blog Ponto de Ônibus

dupla função
Ônibus em São José dos Pinhais, onde por unanimidade vereadores aprovaram o fim da dupla função no transporte coletivo. Prefeito tem 15 dias para sancionar ou vetar o projeto de lei.
Câmara de São José dos Pinhais aprova fim da dupla função nos ônibus municipais
Projeto de lei segue para prefeitura. Empresas de ônibus falam em aumentar tarifas
ADAMO BAZANI – CBN
A Câmara de Vereadores de São José dos Pinhais, na região Metropolitana de Curitiba, aprovou nesta quarta-feira, dia 07 de outubro de 2014, o fim da dupla função no transporte coletivo da cidade. A dupla função consiste na prática de o motorista dirigir o ônibus e cobrar passagens ao mesmo tempo.
O projeto de lei agora segue para o prefeito Luiz Carlos Setim que deve aprovar ou vetar a proposta num prazo de quinze dias.
Se o prefeito concordar com a posição dos vereadores, as 24 linhas do município não poderão ter apenas o motorista trabalhando em cada ônibus.
Os serviços são prestados por duas empresas: Auto Viação Sanjotur e Auto Viação São José. Os empresários de ônibus cogitam em pedir aumento da tarifa com o fim da dupla função. Eles alegam que a presença dos cobradores significa maiores custos que não foram calculados para a composição do atual valor.
Já o Sindimoc – Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Curitiba e Região Metropolitana -considera a decisão da câmara uma vitória que deveria ser seguida por outras cidades. Segundo a entidade, ganha o trabalhador, já o motorista não vai se submeter ao estresse de acumular funções e também haverá a abertura de novas vagas no setor, Ganha também o passageiro com o aumento de segurança, segundo o Sindimoc. Com base em estudos de medicina de tráfego, o sindicato sustenta que cobrar passagem tira a atenção do motorista e o deixa mais cansado e com menos reflexos no trânsito.
Hoje, em média, 35% dos passageiros de São José dos Pinhais pagam com dinheiro.
Se o prefeito aprovar o fim da dupla função, as duas empresas de ônibus terão 120 dias para fazer as adaptações
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Ônibus que circulam no Centro do Rio terão mudança de itinerários e pontos finais


Ponto de ônibus na Avenida Presidente Vargas: via receberá mais pontos finais
Ponto de ônibus na Avenida Presidente Vargas: via receberá mais pontos finais Foto: Marcelo Theobald
Pedro Zuazo
Tamanho do texto A A A
A partir do dia 1º de novembro, linhas de ônibus municipais, intermunicipais e executivas que circulam no Centro do Rio terão itinerários alterados e pontos finais transferidos para outros locais. A mudança foi apresentada à imprensa pela Secretaria municipal de Transportes na manhã desta quinta-feira. De acordo com o secretário Alexandre Sansão, os passageiros serão orientados nos próximos dias através de distribuição de panfletos e sinalização.
— O objetivo é dar mais fluidez às linhas que circulam no Centro e evitar que ônibus circulem vazios em algumas ruas. À medida que as obras na área Central avançam, também é preciso racionalizar essas linhas. Temos um acordo com o Ministério Público de que isso deve ser feito até o final do ano. Já fizemos uma boa parte desse reordenamento e estamos agora em mais uma etapa importante — explica Sansão.
Tanto as linhas intermunicipais quanto as municipais, que fazem ponto final em locais como a Avenida Augusto Severo, o Passeio Público e a Avenida Chile, terão os terminais transferidos para a Avenida Presidente Vargas e a Rua Camerino. Com isso, os ônibus deixarão de circular por ruas internas de outros bairros do Centro e irão trafegar apenas na Avenida Presidente Vargas.
— O ponto terminal é uma posição estratégica para as pessoas terem um acesso fácil e adequado e pegar o ônibus vazio. Claro que o itinerário fica simplificado. A maior parte dos passageiros já está próximo à Av. Presidente Vargas, então uma caminhada de cinco a dez minutos já vai ser suficiente para chegar ao ponto final. Hoje as pessoas já têm que caminhar para os pontos finais, a diferença é que agora terão que caminhar para a Av. Presidente Vargas — diz o secretário.
Apesar da concentração de linhas e pontos terminais na Avenida Presidente Vargas, Alexandre Sansão garante que tal mudança não irá agravar o trânsito na principal via do Centro.
— Segundo estudos da secretaria, a Av. Presidente Vargas teve seu volume de trafego reduzido por causa do fechamento do Mergulhão e do fim da Perimetral, o que permite que coloquemos esses pontos terminais em locais onde, inclusive, já havia pontos de ônibus.


Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/onibus-que-circulam-no-centro-do-rio-terao-mudanca-de-itinerarios-pontos-finais-14043941.html#ixzz3ETlgMloD

sábado, 20 de setembro de 2014

Premium

PREMIUM AUTO ÔNIBUS
Emprea integrante do grupo Real Auto Ônibus, atuante nos consórcios Intersul, Internorte e Transcarioca.




sábado, 13 de setembro de 2014

O mercado ilegal de Arla

A entrada em vigor da fase 7 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve), em janeiro de 2012, estabeleceu uma nova etapa de redução das emissões de veículos a diesel, exigindo novos motores, novo diesel e novas rotinas de manutenção e operação por parte dos transportadores. 
Com o Proconve, a maioria dos veículos pesados fabricada no Brasil, como caminhões e ônibus, passou a contar com a tecnologia SCR (Redução Catalítica Seletiva). Para esses motores, o uso do Arla 32 é obrigatório, assim como o do Diesel S-10, gerando uma série de vantagens para o meio ambiente e para os caminhões.
Na verdade, o Arla 32 é um reagente usado para reduzir quimicamente as emissões de óxidos de nitrogênio presentes nos gases de escape dos veículos a diesel. Após a queima, o Arla transforma esses gases em Nitrogênio puro e vapor de água. Com o uso da solução foi possível desenvolver motores mais limpos e mais eficientes, que consomem menos combustível e têm menor necessidade de manutenção.
O Arla é composto por ureia de alta qualidade e pureza e água desmineralizada, sendo transparente, não tóxico e de manuseio seguro. Também não é explosivo, nem inflamável nem danoso ao meio ambiente.
Acontece que o mercado ainda está se adaptando à nova legislação, o que é comum pelo fato de envolver toda uma cadeia. Porém, no caso do Arla 32, problemas de falsificação, adulteração e até o não uso do produto têm sido relatados no setor, causando preocupação e, o pior, sérios prejuízos para o bolso de quem decide não seguir a lei.
Na verdade, a polêmica envolvendo o Arla começou a partir da visão de alguns empresários, que acreditam que a obrigatoriedade do uso é um investimento a mais, aumentando o custo das transportadoras.
Para diminuir esses custos, utilizam soluções mais baratas, porém, sem procedência e sem registro do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).
“É uma visão equivocada, pois o uso do Arla, juntamente com o sistema SCR, comprovadamente, traz uma significativa a redução no consumo de combustível e, consequentemente, das emissões de gases. Na verdade, o uso do Arla gera mais economia e maior autonomia para o catalisador, além da manutenção da potência e redução das emissões de poluentes. Em princípio, pode parecer uma despesa a mais, porém, no médio e longo prazos, os benefícios serão muito maiores. Existem casos de transportadores que já conseguiram economizar entre 5% a 9% de combustível com a nova tecnologia. Portanto, usar Arla falsificado ou não usar o produto, não é uma decisão inteligente”, explica Hideraldo José Batista, gerente técnico comercial da Peak.
Ele explicou que a produção do Arla é regulamentada pelo Inmetro. Para fabricar o produto, a empresa precisa ser certificada pelo órgão, cujo processo de avaliação envolve uma criteriosa análise da planta e da substância produzida. 
“Para certificação, o Inmetro recolhe amostras, que são analisadas em laboratórios credenciados pelo órgão. Se tudo estiver conforme as especificações exigidas para a produção e comercialização do Arla, o órgão emite o certificado e um registro, que o fabricante deverá fixar no rótulo da embalagem.
Atualmente, existem pouco mais de 30 empresas com registro para fabricar o Arla no Brasil. Entretanto, segundo Hideraldo, o número de fabricantes em operação no mercado é muito maior.
“No Arla falsificado são utilizadas ureia agrícola, que não é a adequada para a produção da solução, e água mineral, que está repleta de componentes químicos que interferem no estado de pureza e podem prejudicar o funcionamento do sistema catalisador, e até mesmo a durabilidade do veículo”, revela Augusto Krauss, gerente comercial nacional da ArlaMax, do Grupo BRQuim.
Vale lembrar que a única fonte de ureia para produção do Arla no Brasil é a Petrobras. Qualquer ureia de outra procedência pode afetar a composição do produto.

Burlando o sistema
Além da falsificação, outra prática ilegal que se tem observado no mercado é a comercialização de sistemas capazes de burlar o computador de bordo do caminhão, responsável pelos diagnósticos de operação,que aponta quando há falta de Arla. Com esse sistema, o computador de bordo entende que existe Arla no compartimento, quando, na verdade, não há produto. Essa atitude, além de poluir muito mais o ambiente, prejudica o desempenho do caminhão.
A razão da não utilização do Arla é simples. Obrigatoriamente a emissão do óxido de nitrogênio é medido no caminhão e, se não estiver dentro dos limites, o veículo pode perder potência para, justamente, forçar a correção do problema. Assim, alguns motoristas e transportadores buscam uma forma de enganar a tecnologia e não permitir perda de desempenho, mesmo sem injetar o Arla 32.
“O Arla age após a combustão do diesel, neutralizando os gases poluentes. Assim, quando o motorista não utiliza o produto, o motor polui em níveis iguais aos de motores de duas gerações anteriores. Além disso, o uso do Arla auxilia no desempenho do caminhão à medida que ajuda a queimar melhor o diesel S-10. Essa queima é traduzida em melhor potência para o motor”, explica Hideraldo, da Peak.
Na verdade, em relação à instalação de botões, chaves, sensores, software ou qualquer outro dispositivo que possa “enganar” o sistema de controle de emissões para a não utilização do Arla 32, o empresário precisa saber que essa atitude configura crime, tanto para quem vende o sistema  quanto para o proprietário do veículo, passível de multa que pode chegar a R$ 50 milhões. 
“A instalação de qualquer sistema no veículo que não for aprovada pelo Inmetro e poluir o meio ambiente pode se caracterizar crime inafiançável, segundo artigo 3º da Lei 8.723 do Ibama”, reforça Augusto, da ArlaMax.
Além do impacto no meio ambiente, a utilização do Arla falsificado causa sérios prejuízos aos veículos. O principal deles é a cristalização do catalisador, o que ocorre em alguns meses após o uso do produto pirateado.
“Por não ser uma solução pura, já que não é produzida com ureia e água adequadas, as impurezas vão se acumulando no catalisador, que se cristaliza. Hoje, a troca de um catalisador pode chegar a R$ 25 mil ou mais. Já soubemos de casos de empresas que usaram Arla falsificado e que tiveram gastos de manutenção da ordem de R$ 60 mil. Portanto, o prejuízo no futuro não compensa a economia obtida com a utilização de um produto sem procedência. E além do mais, o consumo do Arla corresponde de 3% a 5% do consumo do diesel. Ou seja, o empresário terá de usar muito menos Arla do que diesel. Portanto, um custo pequeno, se pensarmos que o SCR traz economia de combustível e garantirá melhor desempenho do caminhão”, analisa Augusto.
Para o gerente, diante dos danos causados aos veículos, é uma questão de tempo para que os empresários percebam que utilizar Arla falsificado não é vantajoso. “Obviamente, a nova legislação entrou em um momento em que os empresários têm de se adaptar a diversas outras variantes, que impactam os custos, como a lei dos motoristas, aumento do frete e a entrada do Proconve. Entretanto, no longo prazo, a mudança gerará ganhos, especialmente, em relação ao consumo de combustíveis”, lembra Augusto.Hideraldo, da Peak, também acredita que o mercado irá se adequar a essa nova realidade. “É preciso levar informações para os empresários a respeito desse assunto, esclarecendo-os e conscientizando-os em relação aos danos que o uso do Arla falsificado, ou a não utilização da solução, podem trazer”, reforça o executivo. 

Perda da garantia
Mas o pior dos mundos não é somente a dispendiosa substituição do catalisador, mas a perda da garantia do veículo. É que com a nova tecnologia, as montadoras conseguem identificar se houve a utilização do produto falsificado, prejudicando assim o sistema, ou se o empresário não utilizou o Arla, e podem cancelar a garantia 
“A perda de garantia do veículo fará com que os motoristas e transportadores revejam esse comportamento e percebam que não vale a pena utilizar produto falsificado ou não utilizar a solução”, acrescenta Hideraldo.
Mas se existem motoristas e transportadores que utilizam produtos mais baratos e de precedência duvidosa, também existem motoristas que compram o Arla, ou abastecem seus veículos em postos de combustíveis, muitas vezes, sem saber que estão colocando produtos falsificados. Nesse aspecto, é importante ficar atento ao comprar o Arla no mercado ou ao abastecimento nos postos.

Confira algumas orientações
Compre Arla que tenha em sua embalagem o selo de qualidade do Inmtero. Essa é uma garantia que você está 
adquirindo um produto certificado e fabricado dentro das especificações exigidas por lei;
Em caso de dúvida, no site do Inmetro você encontrará o nome das empresas certificadas e autorizadas a produzir a solução;
O Inmetro é o responsável pelo controle da qualidade do Arla em toda a cadeia (produção, importação, distribuição e revenda);
No posto, procure visualizar na bomba se há o número do registro ou selo do Inmetro. O produto feito com ureia agrícola ou água mineral possui a mesma cor e odor do produto legal. Portanto, é importante ficar de olho na bomba. Quando tiver dúvida, questione o dono do posto, que precisa garantir a qualidade do produto que vende;
Jamais, em hipótese alguma, utilize Arla sem procedência ou produza de forma caseira o produto. Isso pode acarretar prejuízo ao veículo, que, no final, custará muito mais caro;
O Arla não deve ser misturado com o óleo diesel. Seu abastecimento deve ocorrer em tanque exclusivo, separado do tanque de óleo diesel;
O produto está disponível em postos de revenda de combustíveis, bem como nas concessionárias de veículos pesados, além de outros estabelecimentos interessados em comercializá-lo;
O seu consumo corresponde de 3% a 5% do consumo de óleo diesel.
FONTE: Na Boléia